LAVA JATOCOLLOR E CIRO NOGUEIRA ESTÃO NO SAL! MPF TEM PROVAS DEFINITIVAS PARA PEDIR A CONDENAÇÃO CRIMINAL DOS SENADORES.

O Ministério Público têm fortes indícios de que os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI) receberam dinheiro desviado da Petrobras

O desfile de carros de luxo do ex-presidente Fernando Collor apreendidos pela Polícia Federal desencadeou no Congresso e em setores acuados pela Operação Lava Jato a gritaria de abuso de poder e de que a medida era puramente cinematográfica. Documentos obtidos por ÉPOCA mostram que o procurador-geral, Rodrigo Janot, em coordenação com a Polícia Federal, apoia-se em provas, testemunhos e investigações que justificam a ação. Chancelada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, a Operação Politeia é o primeiro desdobramento da Operação Lava Jato em relação a parlamentares. As provas de Janot contra os parlamentares mostram uma rede de lavagem de dinheiro, com empresas de fachada e saques em dinheiro vivo, para abastecer políticos com dinheiro desviado da Petrobras, principalmente o senadores Collor e o presidente do PP, Ciro Nogueira.

As principais operações financeiras feitas pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) tratam da empresa Água Branca Participações, usada pelo ex-presidente para comprar carros luxuosos: “A empresa não tem empregados. Também não tem existência física. Conforme informação policial de campo, no endereço cadastrado como sede da Água Branca funcionam outras empresas. Trata-se, provavelmente, portanto, de ‘pessoa jurídica de fachada’, usada especificamente para lavagem de dinheiro”, afirma o relatório da Procuradoria Geral da República. A investigação foi além e descobriu que a Água Branca, apesar de não existir, recebera R$ 930 mil apenas em 2013, de uma empresa fantasma, a Phisical Comércio, abastecida pelo operador de propinas Alberto Youssef. (Filipe Coutinho, ÉPOCA)

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