SONEGAÇÃO E CONTRABANDO – O CÂNCER QUE ACABOU COM AS FINANÇAS DO RIO GRANDE

Os impostos insonegáveis, àqueles cobrados por dentro, energia, telefonia e combustíveis não são mais suficientes para atender as necessidades da máquina pública do Estado. Em cada esquina de Porto Alegre,  até  no mais distante município gaúcho,  se observa que a sonegação de impostos é um fato indesmentível.

Rodam,  todos o dia na estradas gaúchas centenas de camionhões abarrotados de contrabando de toda a espécie: pneus, vinhos, aparelhos de ar condicionado e cigarros, para citar alguns…

Circulam  pelas estrados do Rio Grande do Sul, todo o dia, milhares de automóveis que passam nossas fronteiras secas com “milhares de dólares” no seu interior. São mercadorias que são desovadas no comércio formal e no de rua sem pagar nenhum centavo de impostos.

Nossas lavouras são abastecidas com milhões de dólares em defensivos agrícolas contrabandeados do Uruguai e do Paraguai…

Um Estado não suporta mais que as  autoridades da área fiscal não entrem em campo, com rigor, para obrigar os sonegadores a cumprir sua parte na cadeia produtiva.

giovani feltes

O Secretário Giovani Feltens, emperiente político e administrador tem nas mãos o que o editor do Cristalvox define como a “última esperança para salvar o Rio Grande do Sul”.  Fechem-se as fronteiras imediatamente. Coloquem todos os “príncipes da Secretaria da Fazenda nas ruas”. Eles passaram a desempenhar um papel de burocratas e estão deslubrados com seus computadores, fascinados com a nota eletrônica. Ela veio para acabar com a arrecadação… Só eles não se deram por conta disso…